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PRESTA ATENÇÃO...
 


...Nos Pais e Filhos.

Uma das frases que mais marcou minha vida foi dita pelo hoje Ministro da Cultura, Gilberto Gil, quando do falecimento de seu filho em um acidente de automóvel. Ele disse mais ou menos isto: “Nós pais, nos preparamos para sermos enterrados pelos filhos e nunca, para enterrar um filho, por isto, minha dor é muito grande”.

 

É muito doloroso pensar nisto, mas também este fato me faz pensar em outro sentimento igualmente curioso e bem mais alegre. O que podemos aprender com nossos filhos, mesmo quando nossa principal missão é ensiná-los.

 

Quantas vezes somos pegos de surpresa, com uma resposta, pergunta, ou uma frase dita pelos nossos “bebês”, que no auge de sua imaturidade, nos faz pensar em muita besteira que acreditamos ser verdade absoluta.

 

Devemos agradecer a esta força divina, que ao mesmo tempo nos faz mestres e discípulos desta matéria interminável que é a Vida. E sempre prestar atenção especial nas lições que aprendemos, ao ouvir os outros, desnudos de todos os pré-conceitos de idade, parentesco, ou cultura.

 

Como por exemplo, fazer de um dia que já era especial, algo inesquecível com o que se aprende com os filhos.

 

Viva a Amizade, a Doação, e a Vida.



Escrito por Vicente Reis às 10h41
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...Nos que Amam.

          Queria.

             Queria que o mundo acabasse,

           Ou melhor, que ele parasse,

           Quando eu te olhasse,

           Quando eu te abraçasse,

           Quando eu te beijasse.

           Pois para quem te ama, como eu te amo,

           A distância, a alma entristece.



Escrito por Vicente Reis às 20h50
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.... Nos que Sofrem...

          Na semana passada eu participei, com alguns colegas do trabalho, de um ato que até fiz anteriormente, mas o resultado desta vez me fez pensar neste ato de uma maneira diferente.

          Doar sangue para ajudar alguém que nem conheço. Acho que foi a sexta ou sétima vez que fiz a doação, mas percebi que está cada vez mais difícil ser um doador. O nível de exigências aumentou muito, o que não deixa de ser uma ótima notícia. Mas, quem precisa talvez não entende tanta restrição.

          Mas o que me fez pensar muito mesmo, foi como o nosso modo de vida nos permite sentir o prazer de sentir por um dia, o valor que se tem como ser humano. Mesmo que este modo de vida não seja objeto de admiração para muitos, principalmente em um mundo cercado por tantos sentimentos breves, como fast food, fast celebridades, fast amores, fast sensações.

          Penso também e oro, para que aqueles que desejam mudar o modo de tua vida, e aqui não vai nenhum objetivo de evangelização, catequização ou formação religiosa, pensem o quanto pode um ser humano ser importante para outro ser humano, no sentido de doar vida, mesmo que seus destinos não se cruzem.

          Aos que receberam, desejo saúde e Paz. Aos que foram instrumento desta doação, agradeço pela oportunidade. Aos que comigo compartilharam este momento, desejo outras oportunidades.



Escrito por Vicente Reis às 20h46
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...NESTAS DICAS.

 Pra quem curte classic rock e blues, visite o site www.purevolume.com/trolleyrocks. Meu amigo e irmão Claudio toca contra-baixo nesta banda da melhor qualidade.

Visitem também o site do meu amigo José Ramos - http://jramos59.zip.net. O cara já tinha umas idéias alucinógenas, mas depois que começou a cursar Filosofia, a coisa tende a piorar.



Escrito por Vicente Reis às 19h57
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...NO MAX GEHRINGER DE NOVO....

       Eu pensei em postar este texto do Max Gehringer somente no próximo mês, mas como aconteceu um fato semelhante ao narrado por ele na empresa que trabalho, achei interessante adiantar o assunto.

        O exemplo que vem de cima

  

       Quando uma empresa resolve implantar alguma mudança, normalmente ela faz uma campanha para mostrar aos funcionários  que a mudança vai ser boa para empresa e melhor ainda para os funcionários.

          

           Na prática, porém, a maioria das mudanças acaba dando resultados inferiores aos esperados. Ou porque os funcionários não entenderam, ou porque não quiseram colaborar. Então, a culpa é dos funcionários? Eu acho que não. Eu vou contar uma historinha prática. 

          

           Eu trabalhei  em uma empresa que tentou, varia vezes, implantar um sistema de uso de crachás. Mas nós, os funcionários, éramos contra.Nós achávamos que os crachás eram desnecessários, porque ali na empresa todo mundo conhecia todo mundo e andar com aquela peça de plástico pendurada no peito não iria melhorar nada para ninguém. A direção da nossa empresa tentou de tudo, até chegou à famosa solução jurássica: quem não estivesse usando crachá, não entraria para trabalhar.

          

           Resultado:  todo mundo passou a odiar os crachás e a perde-los de propósito. Até que um dia ficaram sabendo como uma grande  empresa havia conseguido  fazer com que seus funcionários usassem crachás sem precisar fazer nenhuma campanha  e sem gastar nenhum tostão.  Foi assim.

         

           Um dia, os diretores apareceram usando crachás. E todo mundo começou a se perguntar por que só os diretores tinham crachás. Duas semanas depois, os gerentes também receberam crachás e passaram a usá-los com orgulho, porque os crachás os colocavam no mesmo nível, por assim dizer, dos diretores. Não demorou muito para os funcionários começarem a ficar insatisfeitos com aquela discriminação, e aí a empresa mandou fazer crachás para todo mundo.

         

           E todo mundo passou a usar, feliz da vida. A lição é simples: o que faz qualquer mudança funcionar não é a comunicação eficiente. A comunicação ajuda, mas não resolve. O que resolve, mesmo, é o exemplo que vem, de cima.

 



Escrito por Vicente Reis às 19h37
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.... NA EDUCAÇÃO

            Nestes tempos de furacões e navalhas, onde temos uma demonstração pratica de para onde vai quase a metade do que produzimos, eu me lembro dos meus tempos de Escola Primária (Educação Fundamental, para os mais jovens).

 

            Tínhamos uma disciplina, EMC (Educação Moral e Cívica), onde entre outras coisas aprendíamos como eram formadas as instituições governamentais (Poder Executivo, Legislativo e Judiciário), e quais eram suas atribuições. Me lembro bem que até Centro Cívico tínhamos na nossa Escola, que apesar de pública, tinha um ótimo curriculum, e ali praticávamos nosso direito de voto, de legislar e até cobrar e sermos cobrados pelos eleitores. Pena que nada disto exista mais..

 

            Nossos filhos continuam “aprendendo” muito daquilo que nós também “aprendemos”. Química, Física, Matemática. Até hoje eu me lembro da fórmula de Báscara , e sei que serve para calcularmos os valores de x e y em uma equação de 2º. Grau, mas não sei pra que utilizar esta informação no meu cotidiano..

 

            Talvez fosse melhor ensinar aos nossos filhos, um pouco sobre cidadania, sobre moral e cívica, para que eles saibam cobrar seus direitos, como nós não fazemos ainda adequadamente. Ensina-los respeito ao próximo, aos idosos, aos desvalidos, ao que é publico. O Respeito, formado pela Educação.

 

            Quem sabe assim, teríamos cidadãos mais preparados para verdadeiras carreiras profissionais e menos problemas sociais.

 

            Se for para ler a cada semana sobre um escândalo diferente, eu, gostaria de trocar meu conhecimento da fórmula de Bascara, trigonometria, e como decompor a água em Hidrogênio e Oxigênio, por uma  vaga em cargo publico, então.



Escrito por Vicente Reis às 08h45
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... QUEM QUER OU PRECISA PARAR DE FUMAR...

.... A revista VEJA da semana passada tem como matéria de capa, uma reportagem sobre medicamentos que ajudam as pessoas que querem ou precisam parar com algum vício.

O depoimento abaixo é da Gabriella, que trabalha conosco, e talvez possa ajudar aqueles que também passam por situações semelhantes.

"Comecei a fumar aos 13 anos e fumava de um maço a um maço e meio por dia. Mas, como tenho uma doença cardíaca grave e já fui operada três vezes, não poderia fumar jamais. Tentei parar algumas vezes, mas nunca consegui. Em março, tive uma embolia pulmonar e minha médica disse: 'Ou você pára, ou você morre'. A última cartada era o novo remédio. Até agora, está dando certo. Se dependesse de mim, eu continuaria fumando. Gosto da fumaça, do cheiro, da sensação... A diferença é que, em comparação às outras vezes em que tentei parar, não tenho mais vontade de fumar, apesar da saudade do hábito. Sinto falta especialmente naquelas situações em que certamente estaria com o cigarro nas mãos, como quando saio à noite. Sem o cigarro, estou mais ansiosa e comendo mais. Por causa do remédio, sinto enjôos. Mas dá para viver sem fumar."
Gabriella Jorge de Moraes, 26 anos, estudante de psicologia

 

Gabriella, Muita força e sucesso nesta tua batalha, e obrigado por autorizar esta publicação.

Recomendamos a leitura da matéria na Revista Veja.



Escrito por Vicente Reis às 16h23
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..... No Mário Quintana.....

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"

Esta é para as pessoas que pensam não serem importantes, e que choram por "amizades" perdidas. As verdadeiras amizades atravessam os tempos.



Escrito por Vicente Reis às 18h46
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... no MAX GEHRINGER...

Sempre vale a pena ler ou ouvir os ensinamentos dele... Recomendo seus livros.

Talento em excesso. 
Max Gehringer

As múltiplas habilidades da mulher que copiava.

Há 30 anos, talvez um pouquinho mais, o Santos Futebol Clube tinha aquele timaço acima de qualquer suspeita, seu currículo de conquistas já era tão extenso que nem caberia nesta página. Apesar disso, o apetite da equipe por vitórias continuava o mesmo, e lá estava o Santos na reta final para vencer mais um campeonato. Então, numa daquelas partidas contra um time sem expressão, em que o Santos sempre se empanturrava de fazer gols, a máquina emperra. O tempo vai passando, passando, e o placar teima em não sair do zero.

Aquele pontinho perdido poderia ser desastroso, e Lula, o técnico do Santos, ia ficando cada vez mais aflito. Até que, faltando 15 minutos para o fim do jogo, ele cansa de esperar que seus craques resolvam a situação por conta própria e decide tomar uma providência gerencial. Olha para o banco de reservas e chama o atacante Pitico.

- Pitico, vem cá. É o seguinte. O Pelé ficou muito isolado ali na frente. Vai lá e encosta nele, para a gente ter mais opção de ataque.

- Falou, seu Lula.

- Além disso, nosso meio-de-campo está no maior bagaço. Você volta um pouquinho quando a gente estiver com a bola, para ajudar na armação.

- Certinho, seu Lula.

- Só mais uma coisa. O ponta-esquerda deles já matou o Carlos Alberto de tanto correr. Quando eles saírem jogando, você cai ali pela direita e fecha o espaço. Alguma dúvida?

- Só uma, seu Lula. Se o senhor acha que eu sou mesmo capaz de fazer tudo isso, por que é que eu ganho só três salários mínimos por mês?

Eu me lembrei dessa história na semana passada, quando vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais. E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem -- sem contar a formação superior -- liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e, não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais. A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico... Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, gerente da contabilidade.

- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

- In a hurry!

- Saúde.

- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

- Não, não. Cópias normais mesmo.

- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

- Fabiana, desse jeito não vai dar!

- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

- Como assim?

- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...

- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

- Futuro? Que futuro?

- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

- Sei. Mas o senhor é hands on?

- Hã?

- Hands on. Mão na massa.

- Claro que sou!

- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções. Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará -- com justa razão -- que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel.

Até que um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas. E, no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação. Só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz, uma espécie de pitico contemporâneo. O que é capaz de resolver, mas não de impressionar

 


Escrito por Vicente Reis às 09h01
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Primeiro foi a Bolívia....

.... agora, o Paraguay.....

Depois da garfada que tomamos da Bolívia com relação às refinarias na Bolívia, agora corremos o risco de termos mais um probleminha com nossos vizinhos. O Paraguay reclama que não estamos pagando a conta de luz no valor certo.

Chama o síndico....



Escrito por Vicente Reis às 08h28
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A Primeira.....

Sexta-feira, 18:00 h, quase na hora da cerveja..... Tomara que a TV não seja a minha companhia... Tantos livros, tantos shows, tantos amigos....

Segunda eu volto.

Bjos.



Escrito por Vicente Reis às 16h36
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EU, por MIM mesmo

Vicente Reis, Brasileiro, Eleitor, Torcedor de Futebol, Apreciador de Música.

Perco o Amigo, mas não perco a piada. Pretendo escrever pelo menos uma vez por semana, ou quando "alguem", me der motivo.

Espero que curtam.



Escrito por Vicente Reis às 16h32
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